Saudações tricolores,
No meio de semana, gastamos nossas boas velas com um defunto ruim. Uma atuação sólida e consistente contra o CRB, lá, confirmando nossa classificação para a próxima fase da Copa do Brasil. Aqueles 3 a 0 fizeram Jardine entregar a Aguirre um time que começava a entender o espírito da coisa. Então, veio o uruguaio e, de cara, tentou construir uma equipe com Nenê, Cueva e Diego Souza. Obviamente, deu errado. Derrota no jogo de ida para o São Caetano e uma carga desnecessária de emoção em um confronto que deveria ser tranquilo.
Ao apito final, ficou bem claro que Aguirre jamais quis ganhar o jogo. Não apenas pela formação pesada que levou a campo, mas pela falta de ímpeto ofensivo, ter feito alterações pouco insinuantes e TER COLOCADO BRUNO NO SEGUNDO TEMPO. Uma estreia para esquecer.
O Azulão foi superior, buscou mais o jogo, encontrou seu gol em um cruzamento, que contou com a colaboração de Jean, saindo desgraçadamente mal. Resultado justo.
E aqui estamos nós. Olhando incrédulos para esse sujeito que chegou ontem e já quis bancar o Professor Pardal, sob a justificativa de que queria fazer seus próprios experimentos. Excelente, Aguirre. Realmente, ótima ideia fazer um teste desse em um jogo de mata-mata.
O maior dilema de todos é Diego Souza.
É impressionante como seu desempenho em campo beira o ridículo. Mesmo jogando fora de posição, seu rendimento é sofrível, impensável para alguém com sua técnica. Tirar Cueva de seu habitat natural é algo fora de cogitação. Ao mesmo tempo, Tréllez e a bola não falam a mesma língua e Brenner, embora promissor, oscila bastante. Sem um centroavante respeitável ou produtivo, o SPFC morre, sem nem se predispor a atacar o adversário.
Terça-feira, Morumbi. Aguirre terá 90 minutos para classificar o São Paulo, não importa como, sob pena de, após 2 jogos, ter as arquibancadas como inimigas e ver a sombra de Jardine crescer.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
@gabcasaqui
No meio de semana, gastamos nossas boas velas com um defunto ruim. Uma atuação sólida e consistente contra o CRB, lá, confirmando nossa classificação para a próxima fase da Copa do Brasil. Aqueles 3 a 0 fizeram Jardine entregar a Aguirre um time que começava a entender o espírito da coisa. Então, veio o uruguaio e, de cara, tentou construir uma equipe com Nenê, Cueva e Diego Souza. Obviamente, deu errado. Derrota no jogo de ida para o São Caetano e uma carga desnecessária de emoção em um confronto que deveria ser tranquilo.
Ao apito final, ficou bem claro que Aguirre jamais quis ganhar o jogo. Não apenas pela formação pesada que levou a campo, mas pela falta de ímpeto ofensivo, ter feito alterações pouco insinuantes e TER COLOCADO BRUNO NO SEGUNDO TEMPO. Uma estreia para esquecer.
O Azulão foi superior, buscou mais o jogo, encontrou seu gol em um cruzamento, que contou com a colaboração de Jean, saindo desgraçadamente mal. Resultado justo.
E aqui estamos nós. Olhando incrédulos para esse sujeito que chegou ontem e já quis bancar o Professor Pardal, sob a justificativa de que queria fazer seus próprios experimentos. Excelente, Aguirre. Realmente, ótima ideia fazer um teste desse em um jogo de mata-mata.
O maior dilema de todos é Diego Souza.
É impressionante como seu desempenho em campo beira o ridículo. Mesmo jogando fora de posição, seu rendimento é sofrível, impensável para alguém com sua técnica. Tirar Cueva de seu habitat natural é algo fora de cogitação. Ao mesmo tempo, Tréllez e a bola não falam a mesma língua e Brenner, embora promissor, oscila bastante. Sem um centroavante respeitável ou produtivo, o SPFC morre, sem nem se predispor a atacar o adversário.
Terça-feira, Morumbi. Aguirre terá 90 minutos para classificar o São Paulo, não importa como, sob pena de, após 2 jogos, ter as arquibancadas como inimigas e ver a sombra de Jardine crescer.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
@gabcasaqui
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