O Vasco jogou a segunda rodada do Carioca antes da primeira,
veio da Portuguesa para o Macaé e agora já coloca o nome na disputa por uma
vaga para as semifinais da Taça Rio... ah, o Campeonato Carioca!
Ninguém vai querer assumir, mas tinha uma época remota que
alguns torcedores apelidaram Riascos de Fiascos. Não, imagina! Quem faria tal
coisa com o emblemático jogador responsável por um gol de virada aos 50 minutos,
simplesmente porque não desiste?
Já ensaiei diversos parágrafos para dizer que estamos
ficando loucos. Não é que a gente não reconheça a inconstância, a obtusidade e
falta de trato com a bola e técnica de alguém que ocupa peça importante no
ataque. Mas é que o Riascos é feliz no Vasco. Aquele riso fácil, os filhos pra
câmera, a comemoração de cada gol como se fosse o último (bem, talvez seja), a
simpatia.
Foi o respiro para esquecer os 50 minutos quase passando mal
de ver aquela partida tecnicamente péssima. Desde domingo já vem aquele incômodo,
não me estressei tanto porque era time misto, vi o jogo ao som do pagode, tomando
uma cerveja etc., etc. Mas, depois desta última na quinta-feira (01), é certo:
precisamos falar de jogo aéreo no Vasco.
Como explicar a equipe possuir
71% da posse de bola e concluir o jogo com 19 cruzamentos e 9 finalizações erradas
(frente a oito cruzamentos e três finalizações em acerto)? Sem contar a deficiência defensiva neste mesmo setor que esteve
presente durante as três últimas partidas disputadas pela equipe cruzmaltina e é
motivo de preocupação contra o primeiro adversário na fase de grupos da
Libertadores, a Universidad de Chile.
Em uma breve análise dos últimos jogos da La U, embora a equipe tenha apresentado como ponto fraco a facilidade de infiltração de jogadores em seu campo de defesa, ela aposta em jogadores técnicos e experientes, jogadas ensaiadas e principalmente finalizações fora de área.
O Carioca permite ao torcedor assistir ao jogo menos preocupado, facilita dar asas aos folclores e soltar entre risos o "OOOOO EÊEE ..."! Mas, e a Libertadores?
Em uma breve análise dos últimos jogos da La U, embora a equipe tenha apresentado como ponto fraco a facilidade de infiltração de jogadores em seu campo de defesa, ela aposta em jogadores técnicos e experientes, jogadas ensaiadas e principalmente finalizações fora de área.
O Carioca permite ao torcedor assistir ao jogo menos preocupado, facilita dar asas aos folclores e soltar entre risos o "OOOOO EÊEE ..."! Mas, e a Libertadores?

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