O Campeonato Carioca possibilita
umas experiências estranhas a torcedores e principalmente a jogadores. Deu para
contar, tinha dois sóis para cada um no jogo entre Vasco e Cabofriense, que
começou às 17h da última quarta-feira (24).
Soma-se ao forte calor um time reserva, uma equipe pouco entrosada e o preparo físico não tão preparado assim e temos a derrota da equipe cruzmaltina por 2 a 1. O termômetro vascaíno ainda não ferveu.
Após o resultado, o técnico Zé Ricardo declarou " temos que acertar os detalhes". São muitos os detalhes que preocupam para os próximos jogos.
O Vasco fez uma partida pouco criativa ou técnica. Ok, não era o time estabelecido como principal, mas a constatação é o baixo potencial, ainda que pareça cedo para isso.
O primeiro tempo até indicou uma partida razoável, com as duas equipes procurando o jogo, mas os erros de passe e finalização das duas equipes e sobretudo a cruzmaltina deixou o jogo grosso e travado. A lavada de roupa no primeiro gol que o Vasco tomou e o físico de Gabriel Félix também não passaram batido, assim como a atuação de Bruno Paulista, que apesar da potência no chute, ainda tem um deslocamento ruim em campo.
Rildo teve uma estreia regular, com função tática importante e chamando o jogo junto a Nenê e Caio Monteiro, mas atuação foi pouco inspirada, e o atacante ainda saiu lesioando. O gol do desempate da equipe da Região dos Lagos veio no finalzinho do segundo tempo, mas a essa altura o torcedor vascaíno já não aguentava mais a falta de organização tanto no ataque quanto na defesa.
Talvez pelo calor, instaurou-se o desânimo e o nível técnico da partida caiu muito. O condicionamento físico tem sido um forte adversário do Vasco nas três últimas partidas e, mesmo que equipes como a Cabofriense tenham tido mais tempo para treinar, se o Carioca era para servir como um termômetro, o do Vasco estaria indicando borocoxô.
E o da torcida, incertezas.
O time indefinido ainda ganhou mais um capítulo da novela Nenê. Apesar de ser referência na formação da equipe pela sua experiência e diferenciação técnica, o centroavante não apresenta mais o mesmo aproveitamento e já vem dando sinais de saída há algum tempo, mas parece que dessa vez o desfecho será o São Paulo. É o tomara que fique, mas se for, vai de uma vez.
Para os próximos desafios (contra o Flamengo pelo estadual no próximo sábado (27) e a estreia pela Libertadores logo em seguida na quarta-feira), estes não eram bem os indicativos que os torcedores esperavam.
Luiza Lourenço
Soma-se ao forte calor um time reserva, uma equipe pouco entrosada e o preparo físico não tão preparado assim e temos a derrota da equipe cruzmaltina por 2 a 1. O termômetro vascaíno ainda não ferveu.
Após o resultado, o técnico Zé Ricardo declarou " temos que acertar os detalhes". São muitos os detalhes que preocupam para os próximos jogos.
O Vasco fez uma partida pouco criativa ou técnica. Ok, não era o time estabelecido como principal, mas a constatação é o baixo potencial, ainda que pareça cedo para isso.
O primeiro tempo até indicou uma partida razoável, com as duas equipes procurando o jogo, mas os erros de passe e finalização das duas equipes e sobretudo a cruzmaltina deixou o jogo grosso e travado. A lavada de roupa no primeiro gol que o Vasco tomou e o físico de Gabriel Félix também não passaram batido, assim como a atuação de Bruno Paulista, que apesar da potência no chute, ainda tem um deslocamento ruim em campo.
Rildo teve uma estreia regular, com função tática importante e chamando o jogo junto a Nenê e Caio Monteiro, mas atuação foi pouco inspirada, e o atacante ainda saiu lesioando. O gol do desempate da equipe da Região dos Lagos veio no finalzinho do segundo tempo, mas a essa altura o torcedor vascaíno já não aguentava mais a falta de organização tanto no ataque quanto na defesa.
Talvez pelo calor, instaurou-se o desânimo e o nível técnico da partida caiu muito. O condicionamento físico tem sido um forte adversário do Vasco nas três últimas partidas e, mesmo que equipes como a Cabofriense tenham tido mais tempo para treinar, se o Carioca era para servir como um termômetro, o do Vasco estaria indicando borocoxô.
E o da torcida, incertezas.
O time indefinido ainda ganhou mais um capítulo da novela Nenê. Apesar de ser referência na formação da equipe pela sua experiência e diferenciação técnica, o centroavante não apresenta mais o mesmo aproveitamento e já vem dando sinais de saída há algum tempo, mas parece que dessa vez o desfecho será o São Paulo. É o tomara que fique, mas se for, vai de uma vez.
Para os próximos desafios (contra o Flamengo pelo estadual no próximo sábado (27) e a estreia pela Libertadores logo em seguida na quarta-feira), estes não eram bem os indicativos que os torcedores esperavam.
Luiza Lourenço
Comentários
Postar um comentário
Cornete você também!