Empatamos em casa com o Novorizontino por ZERO A ZERO. Se aquela derrota bizarra contra o São Bento foi bastante relativizada por aí afora - com meus protestos - agora não dá pra aliviar, é nítido que tem alguma coisa errada com esse time.
Com o esboço de nosso time A em ação pela primeira vez no ano, o cenário foi idêntico ao que se viu no final de 2017. Uma equipe refém dos próprios defeitos, que mesmo nos bons momentos não teve a tranquilidade, a sorte, o tal do talento ou da COMPETÊNCIA em marcar gols e arrancar vitórias à fórceps.
Pelo contrário. É um time que flerta com a derrota constantemente, demonstrando uma vocação sádica em se ver em perigo contínuo. Comemorar a plástica recuperação do Rodrigo Caio evitando gol certo do Novorizontino resume tudo. Somos um time que comemora a frustração alheia, compartilhando um pouco da nossa.
Esses dois jogos mostram que os meninos (Shaylon, Lucas Fernandes e Brenner, os virtuais titulares ou reservas imediatos) precisam de tutores, de gente com bagagem para levar o São Paulo nas costas. A produção ofensiva foi muito pobre, extremamente insatisfatória. Do último passe à conclusão, seguimos pecando demais.
As ausências de Diego Souza e Cueva (a dupla só entrou no segundo tempo e, bom, o 0 a 0 diz tudo) amplificam a agonia da torcida em ver essa molecada de Cotia - cantada em verso e prosa como uma ótima geração - não dar conta do recado lá na frente quando acionadas.
E, seguindo o mesmo raciocínio do jogo passado, se os tais garotos diferenciados não resolvem uma partida supostamente burocrata de 1ª fase de Campeonato Paulista, esperar o que deles nos jogos grandes?
São essas partidas que percebemos quais nossas fragilidades. E, no caso do São Paulo, ficou claro que precisamos de um meia e um atacante mais experientes e de melhor qualidade porque uma hora essa tolerância toda vai cobrar seu preço. Tem clássico no final de semana e eu não quero ver nego de fralda ou com uma bigorna na perna, com medo do jogo.
Que Diego Souza e Cueva podem mudar o cenário, nem precisa de muito pra ter certeza disso. Mas, será o suficiente? Há garantias? Algum deles tem personalidade para fazer uma live ou ir em um programa de televisão garantir isso? Porque quem saiu, fez e bancou.
Restam 10 jogos no Paulistão. 3 clássicos aí no meio. O primeiro já semana que vem. E dia 31, a Copa do Brasil. Só a molecada, repito, não vai segurar a onda de um time instável tática e emocionalmente.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
Com o esboço de nosso time A em ação pela primeira vez no ano, o cenário foi idêntico ao que se viu no final de 2017. Uma equipe refém dos próprios defeitos, que mesmo nos bons momentos não teve a tranquilidade, a sorte, o tal do talento ou da COMPETÊNCIA em marcar gols e arrancar vitórias à fórceps.
Pelo contrário. É um time que flerta com a derrota constantemente, demonstrando uma vocação sádica em se ver em perigo contínuo. Comemorar a plástica recuperação do Rodrigo Caio evitando gol certo do Novorizontino resume tudo. Somos um time que comemora a frustração alheia, compartilhando um pouco da nossa.
Esses dois jogos mostram que os meninos (Shaylon, Lucas Fernandes e Brenner, os virtuais titulares ou reservas imediatos) precisam de tutores, de gente com bagagem para levar o São Paulo nas costas. A produção ofensiva foi muito pobre, extremamente insatisfatória. Do último passe à conclusão, seguimos pecando demais.
As ausências de Diego Souza e Cueva (a dupla só entrou no segundo tempo e, bom, o 0 a 0 diz tudo) amplificam a agonia da torcida em ver essa molecada de Cotia - cantada em verso e prosa como uma ótima geração - não dar conta do recado lá na frente quando acionadas.
E, seguindo o mesmo raciocínio do jogo passado, se os tais garotos diferenciados não resolvem uma partida supostamente burocrata de 1ª fase de Campeonato Paulista, esperar o que deles nos jogos grandes?
São essas partidas que percebemos quais nossas fragilidades. E, no caso do São Paulo, ficou claro que precisamos de um meia e um atacante mais experientes e de melhor qualidade porque uma hora essa tolerância toda vai cobrar seu preço. Tem clássico no final de semana e eu não quero ver nego de fralda ou com uma bigorna na perna, com medo do jogo.
Que Diego Souza e Cueva podem mudar o cenário, nem precisa de muito pra ter certeza disso. Mas, será o suficiente? Há garantias? Algum deles tem personalidade para fazer uma live ou ir em um programa de televisão garantir isso? Porque quem saiu, fez e bancou.
Restam 10 jogos no Paulistão. 3 clássicos aí no meio. O primeiro já semana que vem. E dia 31, a Copa do Brasil. Só a molecada, repito, não vai segurar a onda de um time instável tática e emocionalmente.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
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