Começou aquela Copa desgraçada em que pagamos nossos pecados por cada TIME GRANDE NÃO CAI gritado. A democrática Copa do Brasil inovou no regulamento ao dar a vantagem do empate ao time visitante, nessa primeira fase, disputada em jogo único. Não bastasse o BOI que foi dado aos "grandes", encaramos o Madureira na cidade de Londrina, pois os cariocas acharam que lá seria mais intere$$ante. Classificamos? Sim, aleluia! Jogamos bem? Olha...
Para ser justo, coletivamente, o São Paulo fez uma partida bem OK. Tirando aquela dose de pressão nos minutos finais, de um Madureira desesperado, bem inferior tecnicamente, soubemos como reagir com lucidez e segurar a magra vitória por 1 a 0.
Marcos Guilherme, que muitas vezes nem notamos que está ali a ciscar pelo lado direito, usou e abusou dos TURBOS e deu uma canseira danada nos caras. Foi o principal desafogo do time e fez a jogada para o gol de Brenner, aos 17 minutos do primeiro tempo. Drible da vaca, cruzamento e gol de carrinho. Aula de contra-ataque.
No mais, um segundo tempo morno, no qual perdemos boas chances de matar o jogo, mas, por essas crises técnicas ou INTELECTUAIS, os gols não saíram. Por sorte, não fizeram falta dessa vez.
Mesmo sabendo que em todo jogo decisivo cada descida de adversário dá um certo deus-nos-acuda, conseguimos dispensar o desfibrilador dessa vez, mas não a corneta.
Ainda que o coletivo tenha segurado as pontas, há uma série de puxões de orelha individuais a serem distribuídos.
SIDÃO - Creio que seja o momento de aceitarmos que toda bola alçada na área será angustiante.
ANDERSON MARTINS - Após a falha no clássico, fez uma partida razoável. Contudo, causou uma breve parada cardíaca ao ser facilmente batido por um Souza Caveirão idoso e com 675 toneladas.
EDIMAR - Péssimo. Desligado do mundo, perdeu duas bolas infantis e contou com a sorte que o Madureira, bem, era só o Madureira. Teve sua importância ano passado, mas sua COMPRA e manutenção nesse elenco é uma piada de mau gosto que temos que aguentar.
SHAYLON - Não é ruim. Mas está longe de ser bom. Tem bom passe, mas não cria. Tem chute potente, mas não finaliza. Quando entra na área, perde a noção, o equilíbrio, a SANIDADE MENTAL e peca na conclusão das jogadas. Isso tudo vem acontecendo com uma constância irritante. Com a chegada do Nenê e o possível do Cueva, é certo que vai pro banco.
DIEGO SOUZA - Hoje, inovou e jogou como falso 9 e falso 10. Como referência, não conseguiu concluir jogadas ou abrir espaços. Perdeu duas ótimas chances, uma delas salva pela sua posição de impedimento. E quando tentou criar alguma coisa, não conseguiu. Precisa se encontrar. Como centroavante, tem a liberdade para jogar como gosta, tabelando, se apresentando e tal.
Como eu disse, meros puxões de orelha. Ajustes, trabalho e entrosamento podem resolver isso. Vindo aí, Nenê e Tréllez. Cueva, meio afastado, meio arrependido, pode ser opção em breve. Então, temos aí o elenco praticamente fechado para o 1º semestre e muita coisa a ser feita. Pés no chão e não nos iludamos. Eliminar o Madureira era obrigação e essa Copa não costuma ser coisa pro nosso bico.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
Para ser justo, coletivamente, o São Paulo fez uma partida bem OK. Tirando aquela dose de pressão nos minutos finais, de um Madureira desesperado, bem inferior tecnicamente, soubemos como reagir com lucidez e segurar a magra vitória por 1 a 0.
Marcos Guilherme, que muitas vezes nem notamos que está ali a ciscar pelo lado direito, usou e abusou dos TURBOS e deu uma canseira danada nos caras. Foi o principal desafogo do time e fez a jogada para o gol de Brenner, aos 17 minutos do primeiro tempo. Drible da vaca, cruzamento e gol de carrinho. Aula de contra-ataque.
No mais, um segundo tempo morno, no qual perdemos boas chances de matar o jogo, mas, por essas crises técnicas ou INTELECTUAIS, os gols não saíram. Por sorte, não fizeram falta dessa vez.
Mesmo sabendo que em todo jogo decisivo cada descida de adversário dá um certo deus-nos-acuda, conseguimos dispensar o desfibrilador dessa vez, mas não a corneta.
Ainda que o coletivo tenha segurado as pontas, há uma série de puxões de orelha individuais a serem distribuídos.
SIDÃO - Creio que seja o momento de aceitarmos que toda bola alçada na área será angustiante.
ANDERSON MARTINS - Após a falha no clássico, fez uma partida razoável. Contudo, causou uma breve parada cardíaca ao ser facilmente batido por um Souza Caveirão idoso e com 675 toneladas.
EDIMAR - Péssimo. Desligado do mundo, perdeu duas bolas infantis e contou com a sorte que o Madureira, bem, era só o Madureira. Teve sua importância ano passado, mas sua COMPRA e manutenção nesse elenco é uma piada de mau gosto que temos que aguentar.
SHAYLON - Não é ruim. Mas está longe de ser bom. Tem bom passe, mas não cria. Tem chute potente, mas não finaliza. Quando entra na área, perde a noção, o equilíbrio, a SANIDADE MENTAL e peca na conclusão das jogadas. Isso tudo vem acontecendo com uma constância irritante. Com a chegada do Nenê e o possível do Cueva, é certo que vai pro banco.
DIEGO SOUZA - Hoje, inovou e jogou como falso 9 e falso 10. Como referência, não conseguiu concluir jogadas ou abrir espaços. Perdeu duas ótimas chances, uma delas salva pela sua posição de impedimento. E quando tentou criar alguma coisa, não conseguiu. Precisa se encontrar. Como centroavante, tem a liberdade para jogar como gosta, tabelando, se apresentando e tal.
Como eu disse, meros puxões de orelha. Ajustes, trabalho e entrosamento podem resolver isso. Vindo aí, Nenê e Tréllez. Cueva, meio afastado, meio arrependido, pode ser opção em breve. Então, temos aí o elenco praticamente fechado para o 1º semestre e muita coisa a ser feita. Pés no chão e não nos iludamos. Eliminar o Madureira era obrigação e essa Copa não costuma ser coisa pro nosso bico.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
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