Saudações tricolores,
Outro resultado negativo. Empatar sem gols com a Ferroviária, depois de uma derrota medonha contra o Ituano e da derrota contra o Santos é difícil aceitar. Dorival Júnior tem sua batata assando a fogo alto. No meio disso tudo, nós, em estado catatônico, sem entender como ou por que as coisas insistem dar errado.
Dorival começou tentando não errar. Valdívia no lugar de Nene. Mas errou, pois manteve Diego Souza de centroavante, acreditando que nosso querido espantalho black power fosse dar a tal da intensidade que o time precisava.
Cueva, discreto, pouco criou e perdeu duas boas chances. Marcos Guilherme, como sempre, sobrou na correria mas foi pouco produtivo. Valdívia, idem. Parados pela boa jornada do goleiro adversário, Dorival começou a se perder e deu razão a quem pede sua cabeça.
Nene no lugar de Valdívia. Tréllez no lugar de Diego Souza. Paulinho no lugar de Marcos Guilherme. Com a Ferroviária pouco insinuante, Dorival manteve Hudson e Petros, insistiu com Diego Souza em posição que nada vem rendendo, colocou um reserva tão inoperante quanto o titular e nem deu bola para Brenner, nosso pequeno talismã nesse início de temporada e único atacante que mostrou alguma coisa.
Depois de defendê-lo aqui no post anterior, estou quase a ponto de mudar de opinião, não fosse um detalhe. Dorival não se ajuda, mas os jogadores, novamente, também não estão rendendo o que se esperava, algo parecido com o que houve com Rogério Ceni. A demissão do ídolo não fez o time deslanchar. Pelo contrário, 2017 foi um sofrimento só.
A sensação de que, independente do técnico, o SPFC poderia entregar algo melhor é praticamente óbvia. Rodrigo Caio, na saída do campo, dividiu responsabilidades, apesar dos pesares. Outra vez o São Paulo é um enigma complexo de ser decifrado pois, no papel, conta com bons valores, só que no campo, ninguém corresponde.
Nesse caldeirão de incertezas, Dorival sabe que precisa desesperadamente de vitórias, de melhorar o desempenho, de parar de insistir em coisas que claramente estão dando errado, de criar alternativas, embora, por precaução, já deva ter dado aquele tapa no currículo, assinado a Catho e feito um perfil no LinkedIn.
Um técnico perdido, um time desorganizado, uma diretoria sem planejamento. E tem Copa do Brasil quarta. OREMOS.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
@gabcasaqui
Outro resultado negativo. Empatar sem gols com a Ferroviária, depois de uma derrota medonha contra o Ituano e da derrota contra o Santos é difícil aceitar. Dorival Júnior tem sua batata assando a fogo alto. No meio disso tudo, nós, em estado catatônico, sem entender como ou por que as coisas insistem dar errado.
Dorival começou tentando não errar. Valdívia no lugar de Nene. Mas errou, pois manteve Diego Souza de centroavante, acreditando que nosso querido espantalho black power fosse dar a tal da intensidade que o time precisava.
Cueva, discreto, pouco criou e perdeu duas boas chances. Marcos Guilherme, como sempre, sobrou na correria mas foi pouco produtivo. Valdívia, idem. Parados pela boa jornada do goleiro adversário, Dorival começou a se perder e deu razão a quem pede sua cabeça.
Nene no lugar de Valdívia. Tréllez no lugar de Diego Souza. Paulinho no lugar de Marcos Guilherme. Com a Ferroviária pouco insinuante, Dorival manteve Hudson e Petros, insistiu com Diego Souza em posição que nada vem rendendo, colocou um reserva tão inoperante quanto o titular e nem deu bola para Brenner, nosso pequeno talismã nesse início de temporada e único atacante que mostrou alguma coisa.
Depois de defendê-lo aqui no post anterior, estou quase a ponto de mudar de opinião, não fosse um detalhe. Dorival não se ajuda, mas os jogadores, novamente, também não estão rendendo o que se esperava, algo parecido com o que houve com Rogério Ceni. A demissão do ídolo não fez o time deslanchar. Pelo contrário, 2017 foi um sofrimento só.
A sensação de que, independente do técnico, o SPFC poderia entregar algo melhor é praticamente óbvia. Rodrigo Caio, na saída do campo, dividiu responsabilidades, apesar dos pesares. Outra vez o São Paulo é um enigma complexo de ser decifrado pois, no papel, conta com bons valores, só que no campo, ninguém corresponde.
Nesse caldeirão de incertezas, Dorival sabe que precisa desesperadamente de vitórias, de melhorar o desempenho, de parar de insistir em coisas que claramente estão dando errado, de criar alternativas, embora, por precaução, já deva ter dado aquele tapa no currículo, assinado a Catho e feito um perfil no LinkedIn.
Um técnico perdido, um time desorganizado, uma diretoria sem planejamento. E tem Copa do Brasil quarta. OREMOS.
Sempre a cornetar,
Gabriel Casaqui
@gabcasaqui
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