Se alguém falasse que o Vasco iria reencontrar a Libertadores em uma estreia quatro gols, sendo Evander, Pikachu e Rildo os goleadores, eu veria como um rompante delirante.
Tudo bem que o modesto Universidad de Concepción se portou como um ótimo anfitrião, não pressionando os convidados e deixando a equipe cruzmaltina bem à vontade no Chile.
Eles até tiveram mais finalizações durante a partida, 16 contra 13, mas não se pode nem falar em pressão porque era uma avenida aberta pela direita que só não conseguiam aproveitar muito bem pela baixa qualidade da equipe, mesmo. O goleiro do time chileno Cristián Muñoz não teve também a melhor noite para se lembrar, pelo menos dois gols vascaínos vieram de lances toscos protagonizados pelo arqueiro.
Mas, se o torcedor vindo de um período atribulado para cardíaco nenhum botar defeito (com direito à episódios políticos, inconstantes atuações, um empate em clássico antecipando a estreia) não sabia muito bem o que esperar, não precisou nem de 20 minutos para ter a certeza de sempre: que a camisa pesa.
"A gente está acostumado, time grande é pressão desde pequeno". Da base para a camisa dez, Evander se lançou na competição continental já com dois gols e promovendo os melhores momentos do time em campo.
E o primeiro tempo foi mesmo o melhor aproveitamento da equipe do Zé Ricardo. Funcionou bem o Desábato cadenciando os lances e o time buscando muito mais a jogada. E como não falar de Martín, que alcançou a marca de 200 jogos com a camisa cruzmaltina neste reencontro do Vasco com a Libertadores.
Mesmo com o rendimento caindo no segundo tempo e Henrique e Pikachu adiantando o carnaval e já abrindo a avenida para o desfile, as oportunidades foram aproveitadas e ainda couberam mais dois gols. Na saída, jogadores e técnicos ressaltaram que no futebol não tem nada ganho quando se fala no jogo de volta em São Januário. Mas acredito que os dois próximos jogos da equipe (contra o Volta Redonda e o próprio Concepción) devam servir para reajustes e fortalecimento de olho na próxima fase do continental.
Não é que já tenhamos dado uma olhadinha curiosa em passagens para os Emirados Árabes, mas já conseguimos ver os próximos minutos em campo tranquilos.
Tudo bem que o modesto Universidad de Concepción se portou como um ótimo anfitrião, não pressionando os convidados e deixando a equipe cruzmaltina bem à vontade no Chile.
Eles até tiveram mais finalizações durante a partida, 16 contra 13, mas não se pode nem falar em pressão porque era uma avenida aberta pela direita que só não conseguiam aproveitar muito bem pela baixa qualidade da equipe, mesmo. O goleiro do time chileno Cristián Muñoz não teve também a melhor noite para se lembrar, pelo menos dois gols vascaínos vieram de lances toscos protagonizados pelo arqueiro.
Mas, se o torcedor vindo de um período atribulado para cardíaco nenhum botar defeito (com direito à episódios políticos, inconstantes atuações, um empate em clássico antecipando a estreia) não sabia muito bem o que esperar, não precisou nem de 20 minutos para ter a certeza de sempre: que a camisa pesa.
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| Carlos Gregório Jr. / vasco.com.br |
"A gente está acostumado, time grande é pressão desde pequeno". Da base para a camisa dez, Evander se lançou na competição continental já com dois gols e promovendo os melhores momentos do time em campo.
E o primeiro tempo foi mesmo o melhor aproveitamento da equipe do Zé Ricardo. Funcionou bem o Desábato cadenciando os lances e o time buscando muito mais a jogada. E como não falar de Martín, que alcançou a marca de 200 jogos com a camisa cruzmaltina neste reencontro do Vasco com a Libertadores.
Mesmo com o rendimento caindo no segundo tempo e Henrique e Pikachu adiantando o carnaval e já abrindo a avenida para o desfile, as oportunidades foram aproveitadas e ainda couberam mais dois gols. Na saída, jogadores e técnicos ressaltaram que no futebol não tem nada ganho quando se fala no jogo de volta em São Januário. Mas acredito que os dois próximos jogos da equipe (contra o Volta Redonda e o próprio Concepción) devam servir para reajustes e fortalecimento de olho na próxima fase do continental.
Não é que já tenhamos dado uma olhadinha curiosa em passagens para os Emirados Árabes, mas já conseguimos ver os próximos minutos em campo tranquilos.

Valeu a análise, mas todos vascaínos ficaram aliviados e satisfeitos. Que continuemos assim.
ResponderExcluirTranquilidade não é muito o nosso forte, né? Mas que continuemos!
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