Rebatendo a ressaca do carnaval
com aquela cervejinha marota no jogo
entre Vasco e J. Wilsterman pela Libertadores, o único pensamento que me ocorreu ao final foi: se
eu pudesse, contratava o Zé Ricardo para ser técnico da minha vida neste
momento.
Ele conseguiu em um início de ano tão atribulado no Vasco da Gama estabelecer os potenciais da equipe e trabalhar o conjunto. O resultado foi aquele estrondoso primeiro tempo em São Januário. Mais de 80% da posse de bola, 12 finalizações e dois gols, com um de Paulinho que comemorou quase nocauteado (se a legenda já não estivesse saturada, eu ousaria colocar agora um "Libertadores que fala, né?").
No segundo tempo, parecia que a bad da quarta-feira de cinzas tinha batido e o time já não estava lá aquilo tudo do primeiro tempo. A torcida já ensaiava reclamações quando o Zé Ricardo tirou o Wagner para colocar Rildo e eu ensaiava o páragrafo "precisamos falar de Riascos" quando ele entrou no lugar de Ríos.
Sabemos das limitações da equipe e da situação ainda complexa pelos lados da Colina, mas olhar a figura do técnico ali em pé durante o jogo já dá uma acalmada no coração aflito pelo que há por vir. A missão segue e é no jogo por jogo que temos que trabalhar nossas forças.
E a corneta aqui não está podendo mesmo falar muito, porque se tem uma coisa que o time tem feito é isso. É mostrar que tem foco e que joga com garra, jogando muito mais leve e em um clima bem favorável e determinado.
Por este trabalho que vem sendo feito e que resulta em goleadas como a de ontem com 4 a 0 no time boliviano, a corneta ainda só pode soar se for para agradecer ao Zé Ricardo.
E segue o comando do professor.
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| Foto: Paulo Fernandes/vasco.com.br |
Ele conseguiu em um início de ano tão atribulado no Vasco da Gama estabelecer os potenciais da equipe e trabalhar o conjunto. O resultado foi aquele estrondoso primeiro tempo em São Januário. Mais de 80% da posse de bola, 12 finalizações e dois gols, com um de Paulinho que comemorou quase nocauteado (se a legenda já não estivesse saturada, eu ousaria colocar agora um "Libertadores que fala, né?").
No segundo tempo, parecia que a bad da quarta-feira de cinzas tinha batido e o time já não estava lá aquilo tudo do primeiro tempo. A torcida já ensaiava reclamações quando o Zé Ricardo tirou o Wagner para colocar Rildo e eu ensaiava o páragrafo "precisamos falar de Riascos" quando ele entrou no lugar de Ríos.
Mas acabou que os dois estiveram nos outros dois gols que o
Vasco colocaria na rede. Riascos deu o passe para Pikachu fazer o terceiro, e
Galhardo, outra substituição importante, colocou nos pés Rildo o gol de
videogame que fechou a conta da folia vascaína. Zé Ricardo acertou de novo.
Sabemos das limitações da equipe e da situação ainda complexa pelos lados da Colina, mas olhar a figura do técnico ali em pé durante o jogo já dá uma acalmada no coração aflito pelo que há por vir. A missão segue e é no jogo por jogo que temos que trabalhar nossas forças.
E a corneta aqui não está podendo mesmo falar muito, porque se tem uma coisa que o time tem feito é isso. É mostrar que tem foco e que joga com garra, jogando muito mais leve e em um clima bem favorável e determinado.
Por este trabalho que vem sendo feito e que resulta em goleadas como a de ontem com 4 a 0 no time boliviano, a corneta ainda só pode soar se for para agradecer ao Zé Ricardo.
E segue o comando do professor.

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